Nossos filhos pertencem a Deus: uma verdade libertadora para pais cristãos

Nesse período de “ressaca” do dia das mães, gostaria de compartilhar verdades que me impactaram. O que me fez desejar escrever sobre este assunto, foi parte de uma profunda mensagem que recebi da minha filha primogênita quando ela tinha 16 anos.

Seguem suas palavras:

“Não quero dizer que não posso viver sem ela. Afinal, acho que a melhor coisa que ela gostaria de saber é que fui criada para descobrir de quem eu dependo de verdade. Minha mãe me apresentou Àquele que projetou a nossa vida e a nossa história, e isso já seria o suficiente pra ser eternamente grata, porque fui entregue desde cedo aos melhores e mais seguros cuidados.

Esse relacionamento aprendi com ela pelo próprio exemplo. Mãe, você me criou para vida, e quando chegar no fim da sua, terá a certeza que, ainda que eu não queira, posso viver sem você porque você sabiamente me consagrou ao Rei Eterno, Imortal, Invisível, mas Real.”

Com essa mensagem, eu posso perceber que já cumpri o meu chamado em entregá-la para quem é Seu verdadeiro dono e sem o qual ela não conseguiria viver.

Não quero dizer com isso que eu desejo uma separação, mas que a missão da maternidade se conclui quando ensinamos nossos filhos a dependerem de Deus e não de nós. Isso tira dos nossos ombros um “peso” de idolatria que não somos capazes de carregar.

Tira de nosso coração uma ansiedade que consome tantas mães que ainda não entenderam em quais braços elas devem deixar seus filhos. A despeito de todo romantismo e poesia que ronda o dia das mães e sem tirar o mérito delas, quero apenas deixar registrado algo libertador.

Entender e agir de acordo com o entendimento de que nossos filhos pertencem a Deus e que nós mesmas pertencemos a Ele, nos faz viver, mesmo na falta deles, e os prepara para viverem, mesmo na nossa falta.

A vida só termina quando não se encontra A VIDA em Jesus ofertada pelo próprio Deus para nos dar significado, nos comprar e nos levar a uma eternidade com Ele! Sou grata a Deus por perceber que eu e minhas filhas temos o mesmo Pai, provedor, protetor, pastor e que Dele dependemos.

Mesmo que a vida nos “pregue alguma peça”, seremos felizes com Ele e nós teremos eternamente uma a outra porque reconhecemos a nossa eternidade através do amor que Ele  nos mostrou um dia! Viver essa verdade nos alivia e nos faz intercessoras e não deusas, humanas e não divinas, dependentes de Deus tanto quanto os filhos que geramos.

Convida-nos a sermos exemplos dessa dependência e fazermos dos nossos filhos discípulos de Jesus, conduzidos pelo Espírito do Eterno para cumprir os Planos do Seu verdadeiro Dono e Senhor enquanto existirem nesta terra.

Que o autor da vida nos dê o discernimento necessário para compreender essa verdade libertadora de que tudo é Dele, por Ele e para Ele, inclusive os filhos que Ele nos permitiu gerar!

Fale com Deus agora e tome uma atitude, de hoje em diante, a partir do que você acabou de ler!

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