Por que a oração era prioridade para Jesus e deve ser para nós

      Jesus, sendo Deus, poderia ter usado seu tempo intensamente em curas, pregações, ensino, sem preocupar-se em manter uma vida de oração, pois Ele era Deus! Ele era o Filho de Deus que teria todo poder na hora que fosse necessário usá-lo.

Mesmo assim, Ele priorizou uma vida de oração, intercessão, clamor! Intensificar meu tempo de oração não é uma prática neo pentecostal, é uma prática bíblica, cujo principal exemplo e modelo foi o nosso Senhor Jesus!
      Antes de ser traído e entregue à morte, Jesus precisou que seus três discípulos e amigos mais chegados, ficassem perto Dele, orassem com Ele.

Você pode imaginar Aquele que tem todo poder abrindo o coração para seus alunos e dizendo que sua alma estava angustiada até a morte? Dizendo que não queria ficar sozinho? Pedindo companheiros de oração para que Ele e os discípulos pudessem estar preparados diante das provas que viriam após aquele momento?

Jesus é exemplo de oração


      Portanto, Jesus foi exemplo de uma vida de jejum e intensa oração. Isso repercutiu em sua escolha de obedecer ao Pai até a morte e morte de cruz. Repercutiu em como Ele desenvolveu seu ministério, curando, libertando, amando, perdoando, exortando e ensinando com autoridade.
Eu e você precisamos intensificar nossa vida de oração para que a vida de Jesus seja vista em nós! Isso não é fanatismo. É uma necessidade!

Não é ideia de uma visão, é uma prática do Filho de Deus. Uma vida de oração nos mantém tementes a Deus, sensíveis ao Espírito Santo e longe de uma prática de pecados.
      Aqueles que descobriram as Américas disseram: “navegar é preciso”. Se quisermos descobrir os mistérios de Deus, precisamos dizer: “orar é preciso”. Orar sozinho, com a família, com os irmãos, com os amigos, até mesmo orar com e pelos desconhecidos!
      Certa vez eu estava num pequeno restaurante e o dono nos informou que aquela data era aniversário dele e também estava completando um ano de funcionamento do seu empreendimento. Após pagarmos a conta, perguntei-lhe: “posso orar pelo senhor e por seu restaurante?” Ele, prontamente, disse-me: “pode”.

Então oramos e abençoamos a vida, a família e os negócios daquele homem que tínhamos acabado de conhecer. É muito raro alguém negar uma oração feita em seu favor!
       Sejamos ousados! Que a oração seja um hábito, um estilo de vida, seja uma arma poderosa de guerra, uma semente no coração daqueles pelos quais intercedemos com fé!

Fale com Deus agora e tome uma atitude, de hoje em diante, a partir do que você acabou de ler!

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