Adultério segundo a Bíblia: consequências espirituais e caminhos de restauração

 Essa praga que se alastra na sociedade e desde a antiguidade já era condenada por Deus. O adultério é a maneira mais vil de se autodestruir. O cônjuge que o pratica está caminhando para a morte. Provérbios fala das consequências dessa loucura.

A bíblia abomina tanto o adultério que esse é um dos motivos que ela permite o divórcio. O cônjuge que decide adulterar retira toda a cobertura espiritual de sua casa, expõe o parceiro de sua aliança ao adultério, mostra aos seus filhos que não existe amor, deixa um legado de maldição não só para ele, mas para sua descendência.

Davi pagou um preço muito alto por esse pecado, que envolveu desde estupro, incesto, homicídio e até rebelião em sua própria casa, entre seus filhos. Vejamos algumas situações:

O adultério aceito pelo outro – casamento por conveniência, por religiosidade, por qualquer outro motivo, menos pelo amor e pela lealdade à aliança. O cônjuge se torna passivo diante de uma traição, está se auto enganando, tem problemas sérios de autoestima e co-dependência emocional, é influenciado pela sua cultura e criação. O adúltero atrai doenças físicas e emocionais para a família.


O adultério sem o conhecimento do outro – Há cônjuges que usam máscaras a vida inteira e acreditam que não serão descobertos. São falhas de caráter sérias que tornam qualquer relacionamento inseguro e com hora e data para acabar.

O adultério como um deslize – Todos nós estamos sujeitos a erros. É possível que pessoas de boa índole tropecem nesta armadilha. Mas elas reconhecem diante de Deus, da família e da sociedade e, como o filho pródigo, voltam ao seu lar, arrependidas e regeneradas. São experiências traumáticas que acabam sendo didáticas e, no futuro, servem de testemunho para muitos sobre o poder de Deus.


O adultério e o abandono do lar – Há os que não só erram, mas permanecem no erro e até o legalizam, pedindo o divórcio e realizando um novo casamento. As estatísticas dizem que há maior chance de um casamento dar certo quando é o primeiro. Elas diminuem no segundo, no terceiro.  

O que fazer diante de uma traição?

 Como se comportar diante de uma traição? Deus só nos dá uma alternativa: perdoar. Porém, conviver com o adúltero é outra história. O perdão é imperativo. Não depende se o outro está arrependido ou não. A reconciliação depende do comportamento do ofensor. 

A restauração de um casamento só é possível quando ambos decidem dar lugar ao Deus da aliança. Caso contrário, a possibilidade sempre será latente, mas não se tornará real. O cônjuge traído tem a liberdade de continuar esperando a restauração, ainda que nunca venha, pois depende da vontade do outro. Ele tem a liberdade de permanecer sozinho ou de constituir um novo casamento.

O divórcio é pior do que a separação por morte. Não há dor maior do que a dor de uma separação conjugal, pois é descolar quem um dia foi uma só carne, com todas as implicações disso. São estresses e desgastes e sentimentos terríveis, inimagináveis, insuportáveis. Deve ser a última opção, em casos permitidos biblicamente.

Fale com Deus agora e tome uma atitude, de hoje em diante, a partir do que você acabou de ler!

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